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Adauto Lourenço faz palestras sobre criacionismo no Paraná

Físico ensinará aos presentes como defender a fé bíblica dentro do contexto científico contemporâneo.

Nos dias 19 e 20 de janeiro as cidades paranaenses de Maringá e Nova Esperança receberão o mestre de física Adalto Lourenço que fará um circuito de palestras sobre criacionismo.

Quem participar desses eventos poderá tirar dúvidas de assuntos polêmicos no meio científico como o Dilúvio Bíblico e a Semana da Criação, descrita em Gênesis 1 e 2. Além disso, será possível saber defender a fé bíblica dentro do contexto científico contemporâneo.

O evento é promovido pelo Numar-SCB que permitirá aos interessados dessas duas cidades ter o contato direto com o físico formado pela Bob Jones University, EUA, em 1990, com minors em Matemática e Ciência da Computação.

Nascido em Fortaleza em junho de 1958, tem título de B. Sc., MSc., e Mestre em Física Nuclear pela Clemson University, USA. Além de ser formado em Física, Lourenço também é formado em teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida.

Atualmente, Adalto Lourenço atua também como pesquisador responsável em Sistemas de Imagem de Estruturas Atômicas e na área de nanotecnologia no Oak Ridge National Laboratory, (Tennessee, EUA). Ele também é membro da Sociedade Americana de Física e pesquisador no Max Planck Institut für Strömungsfurchung (Göttingen, Alemanha) na área de troca de energia entre superfícies metálicas e gases.

O circuito de palestras sobre criacionismo, com Adalto Lourenço, acontece neste sábado e domingo, 19 e 20 de janeiro, em três locais com temas diferentes:

Primeira palestra

Tema: Defendendo a fé bíblica dentro do contexto científico do século XXI
Sábado, 19, às 17 horas, na Igreja Adventista de Maringá.
Av. 15 de Novembro, 845 – Maringá, PR

Segunda palestra

Tema: O Dilúvio em Gênesis – mito ou fato histórico?
Domingo, 20, às 9h30, na Igreja Batista Ebenézer
Rua Romário Martins, 270 – Centro – Nova Esperança, PR

Terceira palestra

Tema: Criacionismo bíblico: Gênesis 1 e 2 – a mão de Deus na Criação
Domingo, 20, às 20 horas, na Primeira Igreja Presbiteriana Renovada de Maringá
Av. Tamandaré, 975 – Centro – Maringá, PR.

 

Fonte: Gospelprime.

Novo estudo com DNA confirma a história de Noé

Os ensinamentos evolutivos sustentam que toda a humanidade surgiu a partir de uma população de ancestrais comuns aos macacos a partir dos quais os chimpanzés também evoluíram. Mas Gênesis, o restante da Bíblia e Jesus ensinam que toda a humanidade surgiu a partir dos três filhos de Noé e de suas esposas. Uma nova análise do DNA mitocondrial humano apresenta duas novas evidências que validam o relato bíblico sobre a origem da humanidade.

O DNA mitocondrial é passado para os filhos através da linhagem materna. As células-ovo da mãe transmitem seu DNA mitocondrial (mtDNA) para a mitocôndria celular de cada recém-nascido. Este anexo único de DNA contém 16.569 bases − seja adenina, guanina, citosina ou timina (A, G, C, T) − que codificam a informação celular vital, como um manual de instruções. Os cientistas vêm comparando as diferenças genéticas entre cada grande grupo populacional em todo o mundo. Como essas diferenças surgiram?

Supondo que Deus colocou a sequência ideal de mtDNA em Eva, todas essas diferenças surgiram por mutações desde a maldição em Gênesis 3, cerca de 6.000 anos atrás. Outros cientistas mediram a taxa com a qual ocorrem erros de cópia no DNA. Embora muito lento – adquirimos cerca de uma mutação a cada seis gerações −, algumas dezenas de mutações poderiam aparecer após vários milênios. Isso preparou o palco para pesquisadores poderem comparar previsões dos modelos contra as diferenças medidas no mtDNA.

O biólogo molecular criacionista Dr. Nathaniel Jeanson baixou dados da sequência do genoma mitocondrial humano disponíveis publicamente para fazer exatamente isso. Publicados em Answers Research Journal, seus resultados mostram que o número de diferenças de mtDNA de hoje corresponde exatamente ao número previsto pelos 6.000 anos bíblicos da história humana.[1] O DNA mitocondrial de todo o mundo não mostra nenhum traço de 200.000 anos ou mais que o modelo evolutivo prevê.

Geneticistas construíram diagramas na forma de árvores filogenéticas usando softwareque coloca as sequências genéticas mais semelhantes perto umas das outras, e as sequências mais desiguais sobre os ramos mais longos. Jeanson encontrou pelo menos dois padrões distintos na árvore filogenética do mtDNA humano que confirmam Gênesis.

O centro do diagrama mostra três troncos principais. Cada um reflete uma sequência específica de mtDNA com apenas poucas diferenças dos outros dois. Poderiam esses três troncos representar o único mtDNA das esposas de Sem, Cam e Jafé?

Um segundo padrão emergente que também se encaixa na explicação das três esposas. Assumindo maior tempo entre cada geração, de acordo com o relato bíblico da expectativa de vida antes do dilúvio, e usando a taxa de mutação lenta dos dias de hoje, os 1.656 anos entre Adão e Noé teriam produzido o pequeno número de diferenças que as linhas curtas entre cada tronco representam.

Jeanson comparou o pequeno número de diferenças do mtDNA entre cada tronco, ou nó central, com o número relativamente grande de diferenças nos ramos. Ele escreveu:

“Cerca de 1.660 anos se passaram desde a criação até o dilúvio, enquanto 4.365 anos se passaram desde o dilúvio até o presente – uma relação de tempo de aproximadamente 2,6:1. Coerente com isso, os ramos que conectam os nós uns aos outros eram muito mais curtos do que os ramos de dispersão dos nós – como se os ramos curtos representassem as mutações pré-diluvianas, e os longos ramos representassem as mutações pós-dilúvio.”[1]

Parece que a genética moderna confirma Gênesis, que diz:

“Então saiu Noé, e seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos com ele” (Gênesis 8:18).

Esse estudo produziu dois resultados que confirmam o relato de Gênesis. Primeiro, a árvore do mtDNA humano tem três troncos, o que se encaixa no modelo de Gênesis segundo o qual todos os povos descendem de basicamente três mães – as esposas de Sem, Cam e Jafé. Em segundo lugar, 6.000 anos de taxa de mutação lenta de hoje produziriam exatamente o número medido atualmente de diferenças no mtDNA. A genética mais uma vez confirma Gênesis.

Nota do autor: Vale lembrar que em 2004 estudo publicado na Nature[3] descobriu que após o período equivalente ao dilúvio bíblico existiu um ancestral comum a toda humanidade. O estudo afirmou que as diferenças raciais da população têm uma origem recente: entre 2.000 e 5.000 anos atrás. Além desse, outros estudos publicados nas revistas Science[4] eNature[5] mostraram que a espécie humana sofreu uma explosão de variação do genoma humano devido à entropia genética (mutações deletérias) entre 5.000 e 10.000 anos atrás. Época condizente com o relato do dilúvio de Noé.Nota do autor: Vale lembrar que em 2004 estudo publicado na Nature[3] descobriu que após o período equivalente ao dilúvio bíblico existiu um ancestral comum a toda humanidade. O estudo afirmou que as diferenças raciais da população têm uma origem recente: entre 2.000 e 5.000 anos atrás. Além desse, outros estudos publicados nas revistas Science[4] e Nature[5] mostraram que a espécie humana sofreu uma explosão de variação do genoma humano devido à entropia genética (mutações deletérias) entre 5.000 e 10.000 anos atrás. Época condizente com o relato do dilúvio de Noé.

Texto traduzido do original Thomas[2] e publicado originalmente em 16/06/2016 no Blog Criacionismo.

Referências

[1] Jeanson, N.T. “On the Origin of Human Mitochondrial DNA Differences, New Generation Time Data Both Suggest a Unified Young-Earth Creation Model and Challenge the Evolutionary Out-of-Africa Model.” Answers Research Journal. 9 (2016): 123-130. Disponível em: https://assets.answersingenesis.org/doc/articles/pdf-versions/arj/v9/out_of_africa_model.pdf

[2] Brian Thomas. “New DNA Study Confirms Noah.” Institute for Creation Research. (16 Mai 2016). Disponível em: http://www.icr.org/article/9325/

[3] Rohde DLT, Olson S, Chang JT. “Modelling the recent common ancestry of all living humans.” Nature 2004;431:562-566. Disponível em:http://www.nature.com/nature/journal/v431/n7008/full/nature02842.html

[4] Tennessen JA, et al. “Evolution and functional impact of rare coding variation from deep sequencing of human exomes.” Science. 2012 Jul 6;337(6090):64-9. Disponível em:http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22604720

[5] Fu W, et al. “Analysis of 6,515 exomes reveals the recent origin of most human protein-coding variants.” Nature. 2013 Jan 10;493(7431):216-20. Disponível em:http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23201682