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Doutor Rodrigo Silva, apresentador do documentário Evidências.
Doutor Rodrigo Silva, apresentador do documentário Evidências.

Se você gosta de saber como as coisas eram no passado e se interessa por história, arqueologia e geografia, não pode perder a oportunidade de participar do Seminário de Arqueologia Bíblica que acontece na Unicesumar, nos  dias 8 e 9 de junho. O palestrante,  Dr. Rodrigo Silva, apresentador do documentário Evidências (TV Novo Tempo), irá mostrar evidências de eventos, costumes, rituais, personagens, povos e histórias da Bíblia. Uma ótima oportunidade para estudantes e interessados em aprofundar seus conhecimentos e tirar dúvidas.

O arqueólogo tem ampla experiência em escavações e viagens a locais históricos pelas terras bíblicas. Entre elas, destaque para a visita à expedição de Eli Shukron, um dos mais famosos arqueólogos da geografia bíblica. Na ocasião da visita ao “mais antigo registro arqueológico do culto monoteísta ao único Deus”, foram encontrados “alguns objetos arqueológicos, com cerâmica local de 1.800 depois de Cristo, no tempo doe Abraão”, conta Silva.

O evento é promovido pela Escola de Estudos Bíblicos  e pelo Numar-SCB, e tem o objetivo de oferecer mais conhecimento sobre acontecimentos bíblicos específicos – o que pode ajudar a ampliar o campo de visão. Saber dos hábitos mais específicos de um povo contribui para entender melhor o texto bíblico. Por exemplo, na história da posse da terra prometida aos hebreus, Canaã, se você sabe que eles não estavam tomando a terra de outras pessoas, como aconteceu na América Latina, o seu olhar muda? É disso que se trata a arqueologia bíblica. Silva conta que os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó haviam comprado aquelas terras para que o povo tivesse espaço para “crescer e abençoar o mundo todo”, como Deus prometera. Mas, quando os hebreus foram passar uma “temporada” no Egito, com a história de José – o governador –, os cananeus invadiram as terras. Após a libertação da escravidão a que foram submetidos no Egito, eles encontraram invasores armados que não queriam devolver as terras que lhes pertenciam por direito e por herança. Então, a terra prometida havia sido, na verdade, comprada. Não foi roubo nem invasão, como pode parecer quando não sabemos que era herança garantida pelas leis da época.

Quer aprender mais?

Garanta sua participação no evento agora mesmo!
As vagas são limitadas!

Sobre o palestrante:  Dr. Rodrigo Silva Possui graduação em Teologia e em Filosofia; mestrado em Teologia Histórica; especialização em arqueologia; doutorado em Teologia Bíblica; estudos pós doutorais com concentração em arqueologia bíblica; doutor em arqueologia clássica; é professor de Teologia e Arqueologia do Centro Universitário Adventista de São Paulo – Campus Engenheiro Coelho, SP (UNASP-EC), curador do Museu Paulo Bork de Arqueologia do Oriente Médio e apresentador do documentário semanal “Evidências”, transmitido pela TV Novo Tempo.

Inscrições via Numar-SCB (clique aqui)
Inscrições via Jocum (clique aqui)
Investimento: R$ 30,00
Local: Unicesumar, auditório Joaquim Lauer.
Endereço: Av. Guedner, 1610, Jardim Aclimação, Maringá – PR
Outras informações: (44) 99907-9002

Existia um único supercontinente antes do dilúvio?

Muitas pessoas têm curiosidade acerca da origem dos continentes. O planeta antes do dilúvio possuía ou não apenas um continente, o que atualmente os cientistas chamam de Pangeia? Este tema realmente é complexo e tem suscitado dúvidas entre os nossos leitores. Essas dúvidas foram, então, sintetizadas na forma de cinco questões norteadoras para a realização dessa entrevista concedida pelo geólogo e professor Dr. Marcos Costa à Origem em Revista.

Marcos Natal de Souza Costa é bacharel em Geologia pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Mestre em Geologia Econômica também pela UFMG, onde estudou a aplicação de isótopos estáveis na pesquisa de depósitos de ouro. É Doutor em Geologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP, também na área de Geologia Econômica, mas desta vez relacionada a minerais industriais. Trabalhou por 12 anos como geólogo prospector pesquisando áreas potenciais para depósitos de ouro. Está há 17 anos no Centro Universitário Adventista de São Paulo – UNASP dando aulas de Geologia, Paleontologia, Levantamento de Recursos Naturais e Ciência e Religião, além da coordenação do Núcleo de Estudo das Origens – NEO. Também é membro do Geoscience Research Institute Committe – GRICOM, comitê ligado à Conferência Geral da IASD, responsável pelo planejamento de estratégias e ações visando a expansão do criacionismo em todo mundo. Além disso, Dr. Marcos Natal é novo Presidente eleito da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) para o ano de 2018.

  1. Explique-nos o que é o Rodínia? Quando ele provavelmente teria sido formado?

De acordo com a geologia convencional Rodínia foi um supercontinente formado na passagem do Mesoproterozóico para o Neoproterozóico, há cerca de 1 bilhão de anos, tendo se fragmentado em torno de 750 milhões de anos. Alguns geólogos acreditam que Rodínia deu origem a outro supercontinente chamado Panótia, mas os dados não são conclusivos. Rodínia teria presenciado pelo menos duas glaciações, a Marinoana e a Sturtiana, ambas no Neoproterozóico. A identificação de glaciações no registro geológico é feita através de analogias com ambientes glaciais modernos, entre elas a presença de sulcos e pavimentos polidos e estriados formados durante o movimento dos mantos de gelo sobre o substrato rochoso. Os sedimentos acumulados nas geleiras dão origem a rochas denominadas tilitos e diamictitos. Estas são rochas sedimentares formadas por clastos e fragmentos de rochas pré-existentes de granulação variada, imersos em uma matriz areno-argilosa ou lamosa, semelhantes aos sedimentos observados nas geleiras atuais.

Do ponto de vista criacionista seria possível relacionar Rodínia com a porção seca mencionada no livro de Gênesis (Gn 1:9,10). Entretanto, isto deve ser feito com cuidado para não se confundir com outras colisões observadas no Pré-cambriano e que também deram origem a outros supercontinentes. O Pré-cambriano é uma parte importante do registro geológico não muito explorada na literatura criacionista. Vez e outra ouvimos dizer que o Pré-cambriano é formado por rochas cristalinas de composição granito-gnáissica. Nada mais equivocado. Os terrenos pré-cambrianos são muito diversificados e de geologia complexa devido a predominância do metamorfismo. Além das rochas graníticas, um conjunto variado de bacias sedimentares com características peculiares é observado desde a sua base, no Arqueano até o final, no Proterozoico. Este conhecimento tem implicações importantes para o dilúvio bíblico, pois em determinados locais é praticamente impossível identificar a transição do Pré-cambriano para o Fanerozoico, porção da coluna geológica situada logo acima e dividida nas eras paleozoica, mesozoica e cenozoica.

  1. Em que período do dilúvio a Pangeia foi formada? E onde, nesta perspectiva, podemos encaixar a Laurásia Gondwana?

Ainda segundo a geologia convencional, Pangeia foi um supercontinente formado entre 300 Ma a 250 Ma, no final do Paleozoico, através da colisão de blocos continentais menores, estando cercado em todos os lados pelo grande oceano Pantalassa. Pangeia manteve-se íntegro até o Jurássico, quando começou a se fragmentar, primeiramente em dois grandes blocos, Laurásia e Gondwana, formando entre eles o mar de Tétis (hoje Mar Mediterrâneo). Em seguida, no Cretáceo, Gondwana se fragmenta, originando os continentes que conhecemos hoje.

Boa parte dos cientistas criacionistas considera o Fanerozoico como produto da sedimentação ocorrida durante o dilúvio. Neste cenário, a formação e fragmentação de Pangeia teria ocorrido aproximadamente no meio da grande inundação. As bacias sedimentares paleozoicas, que corresponderiam às partes iniciais do dilúvio, teriam se formado quando os blocos continentais que deram origem à Pangeia (Laurásia e Gondwana) ainda estavam separados. O Cenozoico, situado na porção superior da coluna geológica, constituiria a sedimentação ocorrida após o dilúvio, o que já é um consenso entre a maioria dos criacionistas.

Entretanto, há outros cientistas criacionistas que consideram a maior parte dos sedimentos depositados durante o dilúvio como equivalente à Era Mesozoica. Neste cenário, os sedimentos da Era Paleozoica, na sua maior parte, seriam pré-diluvianos, ou seja, teriam depositado entre a semana da criação e o dilúvio. No livro Understanding Creation traduzido para o português como Mistérios da Criação e publicado pela Casa Publicadora Brasileira em 2013, o Dr. Roberto Biaggi escreve:

“Tem-se proposto que a coluna geológica se formou como resultado de um evento catastrófico único. No entanto, agora sabemos que o registro geológico é muito mais complexo do que um único evento poderia produzir. Com base nos dados, um cenário razoável sugere que parte da porção inferior do registro consiste de rochas anteriores ao dilúvio global, as quais não chegaram a ser completamente alteradas ou erodidas pela catástrofe. Da mesma maneira é muito provável que uma porção superior da sequência represente os estratos e os processos que ocorreram após o dilúvio. Desta maneira, uma quantidade significativa de atividade geológica estaria representada em rochas pré-diluvianas e pós-diluvianas.”

Quando o Dr. Biaggi afirma que “o registro geológico é muito mais complexo do que um único evento poderia produzir”, ele está se referindo, mais apropriadamente, ao registro sedimentar do Fanerozoico. Segundo ele, é bem plausível que parte das bacias sedimentares, mais especificamente as do Paleozoico, teriam se formado antes do dilúvio. Isto faz certo sentido porque é difícil imaginar que no período de cerca de 2.500 anos entre a semana da criação e o dilúvio não houvesse a formação de nenhum depósito sedimentar, por menor que seja. Este modelo explicaria mais facilmente a formação e fragmentação de Pangeia no início do dilúvio, o que na geologia padrão corresponderia ao final da Era Paleozoica.

Sobre os continentes, o que teria ocorrido no episódio do dilúvio teria sido a fragmentação de Pangeia, dando origem aos continentes que conhecemos hoje. Sobre Rodínia, como mencionamos, ele teria sido formado na semana da criação em função dos atos criativos de Deus. A geologia ainda não tem dados suficientes sobre o que ocorreu com Rodínia até a formação de Pangeia. Ele poderia ter se fragmentado em vários núcleos continentais menores ou não. Sabemos que houve orogenias no Paleozoico como a Apalachiana e a Uraliana e o entendimento destes fenômenos é um ponto importante nos modelos criacionistas. Por outro lado, os 2.500 anos que separam um supercontinente do outro não seria um tempo absurdamente curto para o desmembramento do primeiro e configuração do segundo e o processo através do qual isto ocorreu não seria necessariamente catastrófico, como no caso do dilúvio. Um melhor entendimento da tectônica global em termos criacionistas pode trazer maiores esclarecimento sobre o assunto.

  1. Quais as evidências científicas geológicas da formação da Pangeia?

O mecanismo responsável pela formação de Pangeia e de outros continentes é a tectônica de placas. Dois processos são importantes neste contexto, a expansão do assoalho oceânico, que dá origem aos limites divergentes de placas tectônicas e a colisão de blocos continentais, que formam os limites convergentes. Um terceiro limite, denominado limites transformantes ou conservativos ocorre quando uma placa desliza em relação a outra. O exemplo mais típico é a Falha de San Andreas na Califórnia, onde a placa Norte Americana desliza tangencialmente à placa do Pacífico, sendo responsável por terremotos devastadores naquela região. Os limites convergentes compreendem três tipos de colisões: colisão continente-oceano, colisão oceano-oceano e colisão continente-continente. Estas colisões deixam cicatrizes profundas na crosta terrestre, denominadas suturas. Estas suturas constituem cinturões dobrados e muito deformados, com imbricamento de rochas de natureza diversa, inclusive restos de crosta oceânica. Os Himalaias, por exemplo, correspondem a uma colisão do tipo continente-continente, os Andes, a uma colisão do tipo continente-oceano e o arquipélago japonês a uma colisão do tipo oceano-oceano.

No caso de Pangeia, por se tratar de um bloco continental mais antigo, parte destas estruturas foram erodidas e deixaram suas marcas no substrato rochoso. Assim, no decorrer da Era Paleozoica, a acreção de pequenos blocos litosféricos resultou em diversos movimentos orogênicos, entre eles a Orogenia Apalachiana (colisão entre Laurentia e Gondwana), observada atualmente na costa oriental da América do Norte, do Canadá ao sudeste dos Estados Unidos e a Orogenia Uraliana correspondendo à colisão do bloco da Sibéria com Laurêntia, hoje observado principalmente nos Montes Urais, entre Europa e Ásia. Em geologia, o termo orogenia se refere ao conjunto de processos responsáveis pela formação de montanhas.

  1. No modelo criacionista, quando ocorreu a deriva continental?

Se considerarmos o primeiro cenário, em que o Fanerozoico compreenderia todos os sedimentos depositados durante o dilúvio, a fragmentação de Pangeia teria ocorrido no final do Paleozoico, ou seja, aproximadamente no meio da grande inundação. Se considerarmos o segundo cenário em que os sedimentos diluvianos se depositaram a partir do final do Paleozoico até o Mesozoico, então a fragmentação de Pangeia teria ocorrido no início do dilúvio.

  1. Muitos criacionistas assumem que a deriva ocorreu nos dias de Peleg (120 anos após o dilúvio). Isso tem respaldo bíblico ou geológico?

Eu particularmente não acredito nesta hipótese. Seria distorcer muito o texto bíblico. Para os criacionistas, a deriva continental, cujo mecanismo principal foi a tectônica de placas, consistiu em um evento catastrófico de dimensões e consequências globais, envolvendo erupções vulcânicas de grande porte, terremotos avassaladores, tsunamis, etc, o que certamente provocaria inundações sem proporções e destruição em massa, tanto de seres humanos quanto dos demais seres vivos. Isto, com certeza, deixaria um registro facilmente reconhecido tanto pela geologia como pela arqueologia.

Entrevista originalmente publicada em 30/11/2017 na Origem em Revista.

Entrevista: a controvérsia criacionismo vs evolucionismo

No dia 05 de novembro foi ao ar na TVC via canal 15 NET uma entrevista concedida ao jornalista Altair Godoy, no Programa Inspire-se, pelo mestre em ciências Everton Fernando Alves, palestrante e membro fundador do Numar-SCB, acerca da controvérsia criacionismo vs evolucionismo. É revigorante ver a mídia popular abrindo espaço para um tema tão importante e sério como este ser apresentado à população de forma honesta. Assista já, pois está imperdível.

Nos dias 6 a 7 de outubro acontece, na cidade de Blumenau, a I Jornada Criacionista do Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB).  O evento tem o objetivo de fundar o terceiro núcleo de estudos da SCB e assim iniciar suas atividades de divulgação do criacionismo no estado de Santa Catarina. O criacionismo é uma interpretação alternativa da natureza a partir da cosmovisão bíblica nas discussões acadêmicas sobre a origem da vida. Serão dois dias de muita informação abertos a toda a comunidade, com palestras de cientistas e pesquisadores do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB).

PALESTRAS
06/09 (19:30) – O Criador e o Método Científico

Com o Dr. Agrinaldo Jacinto do Nascimento Júnior, Químico, professor do Instituto Federal do Paraná (IFPR), e Diretor-Presidente do Numar-SCB.

07/09 (09:30) – Um panorama sobre as atividades criacionistas no Brasil

Cofundador e editor associado da Origem em Revista e Diretor Executivo do NBLU-SCB.

07/09 (10:30) – Evidências bíblicas do Dilúvio

Com o MSc. Everton Fernando Alves, mestre em Ciências e Pós-graduando em Biotecnologia (Biologia Molecular, UEM) e Editor-chefe da Origem em Revista.

07/09 (16:00) – Mitos sobre a Evolução dos Dinossauros

Com o MSc. Everton Fernando Alves, mestre em Ciências e Pós-graduando em Biotecnologia (Biologia Molecular, UEM) e Editor-chefe da Origem em Revista.

MAIS SOBRE O EVENTO

O Simpósio está sendo organizado pelo Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB) e conta com o apoio Da Sociedade Criacionista Brasileira, com sede em Brasília/DF, e do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB). O evento contará com certificação emitida pelo NBLU-SCB.

De acordo com o MSc. Emerson Lubitz, professor do Departamento de Engenharia Civil da FURB e diretor-presidente do NBLU-SCB,

“a I Jornada Criacionista de Blumenau é o evento inaugural do recém-formado Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista do Brasil – NBLU-SCB, criado por um grupo de entusiastas deste tema tão controverso quanto fascinante. Pretende-se, a partir deste começo, unir esforços a outros núcleos formados e em formação na obra de apontar a narrativa bíblica como fundamento real e preciso da origem da vida, enfatizando a atuação de um Ser de infinitas magnificência, sabedoria e excelência, que conhecemos simplesmente por Deus. A Ele daremos honra através de cada ação, cada palavra, cada esforço, enfim, nesta jornada que ora se inicia.”

INSCRIÇÕES:

As inscrições serão gratuitas (com certificação) e deverão ser feitas online através do seguinte link: https://goo.gl/GiJw6v

DATA: 06 e 07 de outubro

LOCAL: Espaço Vida & Saúde. Rua Gustavo Salinger, 500 – Bairro Itoupava Seca – Blumenau-SC.

Maiores informações sobre o evento:
Alexandre Kretzschmar
47 9 9149-0208
alexandre.kretzschmar@gmail.com
Diretor Executivo do NBLU-SCB

Simpósio Criacionista
cientista ex ateu
Phd Grady S McMurtry

Nas noites de 26 a 29 de julho, acontece, na cidade de Campo Mourão, o Simpósio Criacionista Um Diálogo Sobre a Origem da Vida.  O evento tem o objetivo de apresentar uma interpretação alternativa da natureza a partir da cosmovisão criacionista bíblica nas discussões acadêmicas sobre a origem da vida. Serão quatro noites de muita informação para a comunidade, com palestras de cientistas do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB), e participação internacional de um cientista que já foi ateu e hoje é um grande ícone na divulgação do criacionismo, o Dr. Grady S. McMurtry, que passa uma temporada no Brasil.

PALESTRAS
26/07 – O Dilúvio e a Arca de Noé
27/07 – Teoria do Design Inteligente
Duas noites com o Mestre em Ciências Everton Fernando Alves, autor de diversos artigos publicados em revistas científicas, na área Biomédica, e Relações Públicas do Numar-SCB.

28/07 – As Digitais do Criador
Com o Dr. Agrinaldo Jacinto do Nascimento Júnior, Químico, professor do Instituto Federal do Paraná (IFPR), e Diretor-Presidente do Numar-SCB.

29/07 – A Origem da Vida
Com o palestrante de renome internacional PhD. Grady S. McMurtry, fundador e presidente da Creation Worldview Ministries (Ministérios da Cosmovisão Criacionista).

SOBRE O DR. MCMURTRY
Cientista e professor de Ciência e Religião, com ênfase em Criacionismo. 
Autor do livro Criação ou Evolução: onde está a verdade científica (A.D.Santos Editora), há 38 anos divulga o criacionismo bíblico científico. Antes, porém, foi professor de Evolução durante dez anos. Seu currículo é extenso, e mostra o quanto ele se dedica aos assuntos que se propõe a ensinar: Bacharel em Ciências Agronômicas pela Universidade do Tennessee, Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade Estadual de Nova Iorque, Doutor em Teologia pela Faculdade Teológica Beacon, de Columbus, e Doutor em Literatura pela Universidade Mid-Continent, no Kentucky.

INSCRIÇÕES:
26 a 29 de Julho, às 20h
R. Roberto Brzezinski, 1519 – Centro, em frente ao Espaço Allure, Campo Mourão-PR
Para participar do evento, basta inscrever-se online, no site: www.inscritoja.com.br
As inscrições são gratuitas, e haverá certificado de participação.
Aproveite a oportunidade!

 

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Na próxima terça-feira, 25, acontece o Simpósio Diálogos Sobre Origem e Vida, no Instituto Federal do Paraná (IFPR), Câmpus Paranavaí. As inscrições podem ser feitas na recepção do evento, que é aberto para toda a comunidade da região, e tem como palestrante oficial o PhD. Grady S. McMurtry, de renome internacional. O objetivo do encontro é apresentar às discussões acadêmicas sobre a origem da vida uma interpretação alternativa da natureza sob a estrutura conceitual criacionista.

TEMAS ABORDADOS
– A “origem da vida” – sob a análise da possibilidade a partir de uma evolução química;
– “Neocatastrofismo” – a mais recente linha de interpretação dos fenômenos geológicos;
– A importância da implantação “Minicentros Criacionistas”
na região do Paraná. 

Segundo o professor do IFPR Dr. Felipe Figueira, organizador do evento, “quanto mais contato com conteúdos diversos, mais estaremos concretizando a missão da instituição, que é a de promover educação de qualidade para todos.” Por isso, “resolvemos aproveitar a vinda do Dr. Grady ao Brasil, com sua larga experiência, que é referência no tema criacionismo, para agregarmos valores à toda a comunidade acadêmica do IFPR”, anuncia Figueira.

SOBRE O PALESTRANTE
O Dr. McMurtry é o fundador e presidente da Creation Worldview Ministries (Ministérios da Cosmovisão Criacionista). É cientista e professor de Ciência e Religião, com ênfase em Criacionismo. 
Autor do livro Criação ou Evolução: onde está a verdade científica (A.D.Santos Editora), há 38 anos divulga o criacionismo bíblico científico. Antes, porém, foi professor de Evolução durante dez anos. Seu currículo extenso: Bacharel em Ciências Agronômicas pela Universidade do Tennessee, Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade Estadual de Nova Iorque, Doutor em Teologia pela Faculdade Teológica Beacon, de Columbus, e Doutor em Literatura pela Universidade Mid-Continent, no Kentucky.

OFICINAS TEMÁTICAS: Minicentro Criacionista
Em torno dessa temática, a exemplo da recente inauguração de uma estrutura em Maringá, em maio, haverá exposições com preletores como o MSc. Everton Fernando Alves, sobre “Neocatastrofismo bíblico”, e o Diretor do Minicentro Criacionista que fica na sede do Numar-SCB, o biólogo Gilson Patrick Fernandes, ex-Gestor Técnico do Museu de Geociências da FADBA (2011-2014).

MAIS SOBRE O EVENTO
O Simpósio é organizado pelo Grupo de Pesquisa Bildung (IFPR/CNPQ), Instituto Federal do Paraná (IFPR), em parceria com o Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira – Numar-SCB, com apoio da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB). A certificação da palestra e oficinas será emitida pelo IFPR.

De acordo com o Dr. Agrinaldo Jacinto do Nascimento Junior, professor do IFPR e presidente do Numar-SCB, um evento dessa natureza acontecer em um ambiente público e acadêmico significa que o IFPR está promovendo um diálogo com a comunidade criacionista, que muitas vezes não tem a oportunidade de expor o seu lado. “Estamos abrindo portas para que as pessoas tenham contato com o modelo alternativo sobre a origem da vida. Geralmente, quando o assunto ‘criacionismo’ é tratado dentro das instituições, ele não o é feito por criacionistas, e sim por alguém interpretando o que eles falam. Esta é a oportunidade ideal para que eles próprios falem por si só sobre sua proposta de modelo para a origem da vida e as pessoas que tiverem dúvidas, tirem com criacionistas de verdade. Estamos apenas trazendo um tema transversal para dentro da Academia, lugar onde se  deve ser abordado temas plurais e universais.”

COMO PARTICIPAR
As inscrições serão feitas na recepção do evento.

LOCAL: Instituto Federal do Paraná – Câmpus Paranavaí

Rua José Felipe Tequinha, 1400 – Jardim das Nações

DATA: 25 de Julho[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

A edição de julho da revista Conexão 2.0, traz o artigo “No que a Bíblia se antecipou à ciência”, assinado pelo Diretor de Ensino do Numar-SCB,  Everton Fernando Alves. De maneira didática e ilustrada, Everton aponta 10 descobertas científicas a respeito da natureza, que já haviam sido mencionadas na Bíblia.

De acordo com o Mestre em Ciências, “embora a Bíblia não seja um livro científico, apresenta inúmeras declarações sobre fenômenos da natureza ou afirmações científicas que a ciência vem descobrindo dia após dia.” Everton explica que os assuntos científicos nem sempre são fáceis de serem compreendidos, e que devemos ter em mente que a Bíblia não é o único livro inspirado por Deus. “Publicações como a revista Conexão 2.0 são uma ponte de diálogo entre a Sociedade Criacionista Brasileira e o público que deseja aprender mais sobre os fundamentos do criacionismo”, finaliza Alves.                    

Sobre a revista:

Voltada para o público jovem, a revista Conexão 2.0 tem tiragem de 30 mil exemplares e publicação trimestral, pela Casa Publicadora Brasileira (CPB). A cada edição, traz textos, reportagens e entrevistas com o objetivo de informar e esclarecer dúvidas a respeito do cristianismo.

Se você ainda não conhece, clique no link e saiba como ter aceso à revista:  

http://conexao.cpb.com.br/

Unicesumar
Unicesumar é uma das instituições que somam mais de 150 mil universitários.

Um dos principais polos acadêmicos do País, a cidade de Maringá, Paraná, sedia, nesta sexta e sábado, 02 e 03 de junho, o Simpósio Diálogos Sobre a Origem da Vida – 2017. O evento apresenta uma oportunidade singular para que estudantes e interessados no tema tenham acesso a informações e olhares mais questionadores, fora do lugar comum. O encontro é voltado para a construção do conhecimento e incentivo do pensamento reflexivo, onde cientistas que questionam a Teoria da Evolução debatem a proposta do Criacionismo.

O evento acontece no Centro Universitário Cesumar – UniCesumar, e conta com a participação de cientistas e especialistas no tema, como o Dr. Ruy Vieira, Cofundador da Academia de Ciências do Estado de São Paulo; Dr. Rodrigo Meneghetti, doutor em química que tem diversos artigos científicos publicados em prestigiadas revistas internacionais; Dr. Marcio Fraiberg, autor de livros de Biologia e Ciências Naturais; Claudio Abeche, Engenheiro Químico e empresário da Eletroflex; Me. Jornalista Michelson Borges, autor do blog Criacionismo e do livro Terra de Gigantes: o que aconteceu com os dinossauros (CPB), e o Biólogo Danilo de Oliveira.

O Simpósio é realizado pelo Núcleo Maringaense da Sociedade Brasileira de Criacionismo – Numar-SCB. Na ocasião, a Sociedade Brasileira de Criacionismo – SCB, fundada pelo Dr. Ruy Vieira há 45 anos, participa também da inauguração da nova sede do Numar-SCB, e ainda lança, em primeira mão, mais um exemplar de suas relevantes publicações sobre o tema, que sempre dialoga entre as diversas propostas de explicação pra a origem da vida, de maneira aberta e em busca de conhecimento.

Criacionismo é alternativa para a questionada teoria da evolução
Criacionismo é debatido por cientistas que questionam a Evolução Química

“As investigações sobre a origem da vida são um tema crescente e atual no meio acadêmico. Teorias têm sido significativamente questionadas, como a teoria da evolução química como proposta para a origem da vida e a possível ancestralidade comum entre o homem e primatas”, explica o Mestre em Imunogenética Everton Alves, Diretor de Ensino do Numar-SCB, autor de dezenas de publicações científicas na área Biomédica, e do livro Teoria do Design Inteligente: evidências científicas no campo das ciências biológicas e da saúde.

O evento, voltado para estudantes, em uma cidade que é um polo educacional com mais de 150 mil universitários de todo o país, “é uma grande oportunidade para que os interessados conheçam cientistas e especialistas no assunto, para um diálogo aberto, um olhar além das sugestões apresentadas pela teoria mais aceita atualmente, que é a teoria da Evolução, em um debate científico aberto ao público”, explica o Dr. Agrinaldo Jacinto, diretor do Numar-SCB.

INSCRIÇÕES: Para participar do Simpósio, basta inscrever-se no site da instituição.

Entre os temas abordados, os convidados falarão sobre O que é Ciência? Astronomia, Paleontologia e a complexidade da vida, Datação Radiométrica e Criacionismo na mídia.

A data é especial para a SCB, pois neste ano, a entidade comemora 45 anos de fundação. No decorrer do evento, os participantes vão ganhar um exemplar de um livro especial que será lançado em primeira mão no Simpósio. E no Encerramento, todos serão convidados para se dirigirem à nova sede do Numar-SCB, para a cerimônia de inauguração do novo espaço, com a presença de autoridades e personalidades locais.

LOCAL: Auditório Dona Etelvina – Bloco 7, Centro Universitário Cesumar – UniCesumar, Av. Guedner, 1610 – Jd. Aclimação, Maringá – PR.
DATA: 02 e 03 de junho
Mais informações e inscrições somente no site: http://numar.scb.org.br/simposio/

Informações à imprensa:
debora@beeview.com.br
(11) 99459-3722

Everton Alves, mestre em ciências e diretor de ensino do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB) participará de Encontro Nacional de Universitários que acontecerá entre os dias 28 e 30 de julho em Sumaré (SP). O evento, organizado pela Federação das Uniões da Mocidade Adventista da Promessa (FUMAP), reunirá jovens cristãos universitários para uma ampla reflexão em torno do tema central do evento “A Razão da Fé”.

De acordo com Junior Mendes, comunicador social e diretor da FUMAP,

“Nossa preocupação com esse evento é alcançar o jovem que está na faculdade e que tem que conviver com as demandas que são próprias da rotina acadêmica, além do convívio social do ambiente universitário. A gente quer ajudar o jovem a enfrentar tanto os argumentos filosóficos e técnicos quanto as tentações da vida na faculdade.

Segundo os organizadores do evento, “o jovem universitário, sem o devido preparo, pode não conseguir responder a qualquer um que pedir a razão de sua fé e de sua esperança em Cristo.” Diante disso, eles convidam a todos para o evento a fim de refletir sobre tudo isso e buscar o devido preparo através de cientistas que vivem a rotina acadêmica, sem, contudo, negarem sua fé em Cristo.

PÚBLICO-ALVO

  • Estudantes do Ensino Médio que estejam na fase pré-universitária (treineiros)
  • Estudantes universitários das diferentes áreas do conhecimento e egressos do ensino superior
  • Demais pessoas com ensino superior interessadas no tema

PALESTRANTES

  • Everton Fernando Alves (mestre em ciências e diretor de ensino do NUMAR-SCB)
  • Adauto Lourenço (Mestre em Física pela Bob Jones University [EUA])
  • Michelson Borges (Jornalista, mestre em Teologia)
  • Andréa Vargas (Especialista em Aconselhamento Cristão e em Terapia Familiar)

 DATA E LOCAL E LOCAL

O evento será realizado de 28 a 30 de julho de 2017, na Estância Árvore da Vida, em Sumaré, SP.

INSCRIÇÕES

Faça sua inscrição pelo site: http://uni17.org/inscricao/

VÍDEO PROMOCIONAL

Estão abertas as inscrições para o Simpósio “Diálogos Sobre a Origem da Vida”, que será realizado em Maringá-PR, no Centro Universitário Cesumar – UniCesumar entre os dias 02 e 03 de junho de 2017. O debate científico, que é aberto ao público, é resultado de uma parceria entre a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) e o Núcleo Maringaense da SCB (Numar-SCB).

O evento é uma oportunidade imperdível para a comunidade acadêmica e interessados no tema, de troca de informações e interação com cientistas engajados, em um ambiente voltado para a construção do conhecimento e incentivo do pensamento reflexivo. As inscrições para o Simpósio são feitas apenas pela internet, no site http://numar.scb.org.br/simposio/

SAIBA QUEM SÃO OS PALESTRANTES ABAIXO

As palestras exploram eixos temáticos como:

  • O que é ciência?
  • Astronomia
  • Paleontologia e a complexidade da vida
  • Datação Radiométrica
  • Criacionismo na Mídia

No decorrer do evento será lançada publicação da SCB em parceria com o NUMAR-SCB sobre assuntos afins.

O QUE: Simpósio Criacionista

LOCAL: Auditório Dona Etelvina – Bloco 7, Centro Universitário Cesumar – UniCesumar, Av. Guedner, 1610 – Jd. Aclimação, Maringá – PR.

DATA: 02 e 03 de junho

 

CONHEÇA OS PALESTRANTES:

 

Dr. Ruy Vieira

Ruy Carlos de Camargo Vieira

Engenheiro mecânico-eletricista pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e professor Emérito da Escola de Engenharia de São Carlos, da USP. Ex-professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) (1954-1956). Foi Diretor-Científico da FAPESP (1979-1985), e um dos fundadores da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. Ex-representante do MEC no Conselho da Agência Espacial Brasileira (2003). Cofundador da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. Presidente-fundador da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB).

 

 

Me. Michelson Borges

 Michelson Borges

 

Escritor, jornalista e mestre em Teologia pelo UNASP; editor da Casa Publicadora Brasileira (CPB). Idealizador do site www.criacionismo.com.br, Autor de diversos livros criacionistas pela CPB e editor associado da Origem em Revista.

 

 

Dr. Rodrigo Meneghetti

Rodrigo Meneguetti Pontes

 

Bacharel e doutor em Química pela Universidade Estadual de Maringá (UEM); professor adjunto do Departamento de Química da UEM; membro fundador do Numar-SCB. Editor associado da Origem em Revista. Autor de diversos artigos científicos publicados em prestigiadas revistas internacionais, como Journal of Organic Chemistry, Applied Catalysis A, Journal of Physical Chemistry A, Chemical Physics Letters, entre outras.

 

 

Dr. Marcio Fraiberg

Márcio Fraiberg Machado

 

Biólogo. mestre em Ciências e Matemática e doutor em Educação. Autor de diversos livros didáticos e para-didáticos em Biologia e Ciências naturais pela Casa Publicadora Brasileira (CPB) e editor associado da Origem em Revista. Professor universitário de biologia aplicada à enfermagem na Faculdade Adventista Paranaense (FAP/IAP) e membro do Numar-SCB.

 

Engº Claudio Abeche

Cláudio Luiz Abeche

 

Engenheiro Químico pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e pós-graduado em MBA em Administração pela mesma Universidade. Empresário no ramo da indústria plástica (Eletroflex), área em que atua há 30 anos. Tem pesquisado assuntos sobre Astronomia há cinco anos.

 

 

Bel. Danilo de Oliveira

Danilo Camargo de Oliveira

 

Bacharel em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário Cesumar (UNICESUMAR). Diretor de Assuntos Internacionais do Núcleo Maringaense da SCB (Numar-SCB)

 

 

 

O evento conta com o apoio do Departamento de Educação da União Sul-Brasileira (USB) da IASD, do Instituto Adventista Paranaense (IAP), do UniCesumar, da Eletroflex, da Gráfica Maranata e está sendo patrocinado pela Associação Norte Paranaense (ANP) da IASD.

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