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Núcleo de estudos criacionista será inaugurado em Blumenau-SC

Nos dias 6 a 7 de outubro acontece, na cidade de Blumenau, a I Jornada Criacionista do Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB).  O evento tem o objetivo de fundar o terceiro núcleo de estudos da SCB e assim iniciar suas atividades de divulgação do criacionismo no estado de Santa Catarina. O criacionismo é uma interpretação alternativa da natureza a partir da cosmovisão bíblica nas discussões acadêmicas sobre a origem da vida. Serão dois dias de muita informação abertos a toda a comunidade, com palestras de cientistas e pesquisadores do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB).

PALESTRAS
06/09 (19:30) – O Criador e o Método Científico

Com o Dr. Agrinaldo Jacinto do Nascimento Júnior, Químico, professor do Instituto Federal do Paraná (IFPR), e Diretor-Presidente do Numar-SCB.

07/09 (09:30) – Um panorama sobre as atividades criacionistas no Brasil

Cofundador e editor associado da Origem em Revista e Diretor Executivo do NBLU-SCB.

07/09 (10:30) – Evidências bíblicas do Dilúvio

Com Everton Alves, escritor e divulgador de ciências.

07/09 (16:00) – Mitos sobre a Evolução dos Dinossauros

Com Everton Alves, escritor e divulgador de ciências.

MAIS SOBRE O EVENTO

O Simpósio está sendo organizado pelo Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB) e conta com o apoio Da Sociedade Criacionista Brasileira, com sede em Brasília/DF, e do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB). O evento contará com certificação emitida pelo NBLU-SCB.

De acordo com o MSc. Emerson Lubitz, professor do Departamento de Engenharia Civil da FURB e diretor-presidente do NBLU-SCB,

“a I Jornada Criacionista de Blumenau é o evento inaugural do recém-formado Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista do Brasil – NBLU-SCB, criado por um grupo de entusiastas deste tema tão controverso quanto fascinante. Pretende-se, a partir deste começo, unir esforços a outros núcleos formados e em formação na obra de apontar a narrativa bíblica como fundamento real e preciso da origem da vida, enfatizando a atuação de um Ser de infinitas magnificência, sabedoria e excelência, que conhecemos simplesmente por Deus. A Ele daremos honra através de cada ação, cada palavra, cada esforço, enfim, nesta jornada que ora se inicia.”

INSCRIÇÕES:

As inscrições serão gratuitas (com certificação) e deverão ser feitas online através do seguinte link: https://goo.gl/GiJw6v

DATA: 06 e 07 de outubro

LOCAL: Espaço Vida & Saúde. Rua Gustavo Salinger, 500 – Bairro Itoupava Seca – Blumenau-SC.

Maiores informações sobre o evento:
Alexandre Kretzschmar
47 9 9149-0208
alexandre.kretzschmar@gmail.com
Diretor Executivo do NBLU-SCB

Simpósio Criacionista

Cientista​ ​ex-ateu​ ​participa​ ​de​ ​simpósio​ ​criacionista​ ​em​ ​Campo​ ​Mourão

cientista ex ateu
Phd Grady S McMurtry

Nas noites de 26 a 29 de julho, acontece, na cidade de Campo Mourão, o Simpósio Criacionista Um Diálogo Sobre a Origem da Vida.  O evento tem o objetivo de apresentar uma interpretação alternativa da natureza a partir da cosmovisão criacionista bíblica nas discussões acadêmicas sobre a origem da vida. Serão quatro noites de muita informação para a comunidade, com palestras de cientistas do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB), e participação internacional de um cientista que já foi ateu e hoje é um grande ícone na divulgação do criacionismo, o Dr. Grady S. McMurtry, que passa uma temporada no Brasil.

PALESTRAS
26/07 – O Dilúvio e a Arca de Noé
27/07 – Teoria do Design Inteligente
Duas noites com o Mestre em Ciências Everton Fernando Alves, autor de diversos artigos publicados em revistas científicas, na área Biomédica, e Relações Públicas do Numar-SCB.

28/07 – As Digitais do Criador
Com o Dr. Agrinaldo Jacinto do Nascimento Júnior, Químico, professor do Instituto Federal do Paraná (IFPR), e Diretor-Presidente do Numar-SCB.

29/07 – A Origem da Vida
Com o palestrante de renome internacional PhD. Grady S. McMurtry, fundador e presidente da Creation Worldview Ministries (Ministérios da Cosmovisão Criacionista).

SOBRE O DR. MCMURTRY
Cientista e professor de Ciência e Religião, com ênfase em Criacionismo. 
Autor do livro Criação ou Evolução: onde está a verdade científica (A.D.Santos Editora), há 38 anos divulga o criacionismo bíblico científico. Antes, porém, foi professor de Evolução durante dez anos. Seu currículo é extenso, e mostra o quanto ele se dedica aos assuntos que se propõe a ensinar: Bacharel em Ciências Agronômicas pela Universidade do Tennessee, Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade Estadual de Nova Iorque, Doutor em Teologia pela Faculdade Teológica Beacon, de Columbus, e Doutor em Literatura pela Universidade Mid-Continent, no Kentucky.

INSCRIÇÕES:
26 a 29 de Julho, às 20h
R. Roberto Brzezinski, 1519 – Centro, em frente ao Espaço Allure, Campo Mourão-PR
Para participar do evento, basta inscrever-se online, no site: www.inscritoja.com.br
As inscrições são gratuitas, e haverá certificado de participação.
Aproveite a oportunidade!

 

Simpósio sobre origem da vida no Instituto Federal do Paraná

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Na próxima terça-feira, 25, acontece o Simpósio Diálogos Sobre Origem e Vida, no Instituto Federal do Paraná (IFPR), Câmpus Paranavaí. As inscrições podem ser feitas na recepção do evento, que é aberto para toda a comunidade da região, e tem como palestrante oficial o PhD. Grady S. McMurtry, de renome internacional. O objetivo do encontro é apresentar às discussões acadêmicas sobre a origem da vida uma interpretação alternativa da natureza sob a estrutura conceitual criacionista.

TEMAS ABORDADOS
– A “origem da vida” – sob a análise da possibilidade a partir de uma evolução química;
– “Neocatastrofismo” – a mais recente linha de interpretação dos fenômenos geológicos;
– A importância da implantação “Minicentros Criacionistas”
na região do Paraná. 

Segundo o professor do IFPR Dr. Felipe Figueira, organizador do evento, “quanto mais contato com conteúdos diversos, mais estaremos concretizando a missão da instituição, que é a de promover educação de qualidade para todos.” Por isso, “resolvemos aproveitar a vinda do Dr. Grady ao Brasil, com sua larga experiência, que é referência no tema criacionismo, para agregarmos valores à toda a comunidade acadêmica do IFPR”, anuncia Figueira.

SOBRE O PALESTRANTE
O Dr. McMurtry é o fundador e presidente da Creation Worldview Ministries (Ministérios da Cosmovisão Criacionista). É cientista e professor de Ciência e Religião, com ênfase em Criacionismo. 
Autor do livro Criação ou Evolução: onde está a verdade científica (A.D.Santos Editora), há 38 anos divulga o criacionismo bíblico científico. Antes, porém, foi professor de Evolução durante dez anos. Seu currículo extenso: Bacharel em Ciências Agronômicas pela Universidade do Tennessee, Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade Estadual de Nova Iorque, Doutor em Teologia pela Faculdade Teológica Beacon, de Columbus, e Doutor em Literatura pela Universidade Mid-Continent, no Kentucky.

OFICINAS TEMÁTICAS: Minicentro Criacionista
Em torno dessa temática, a exemplo da recente inauguração de uma estrutura em Maringá, em maio, haverá exposições com preletores como o MSc. Everton Fernando Alves, sobre “Neocatastrofismo bíblico”, e o Diretor do Minicentro Criacionista que fica na sede do Numar-SCB, o biólogo Gilson Patrick Fernandes, ex-Gestor Técnico do Museu de Geociências da FADBA (2011-2014).

MAIS SOBRE O EVENTO
O Simpósio é organizado pelo Grupo de Pesquisa Bildung (IFPR/CNPQ), Instituto Federal do Paraná (IFPR), em parceria com o Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira – Numar-SCB, com apoio da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB). A certificação da palestra e oficinas será emitida pelo IFPR.

De acordo com o Dr. Agrinaldo Jacinto do Nascimento Junior, professor do IFPR e presidente do Numar-SCB, um evento dessa natureza acontecer em um ambiente público e acadêmico significa que o IFPR está promovendo um diálogo com a comunidade criacionista, que muitas vezes não tem a oportunidade de expor o seu lado. “Estamos abrindo portas para que as pessoas tenham contato com o modelo alternativo sobre a origem da vida. Geralmente, quando o assunto ‘criacionismo’ é tratado dentro das instituições, ele não o é feito por criacionistas, e sim por alguém interpretando o que eles falam. Esta é a oportunidade ideal para que eles próprios falem por si só sobre sua proposta de modelo para a origem da vida e as pessoas que tiverem dúvidas, tirem com criacionistas de verdade. Estamos apenas trazendo um tema transversal para dentro da Academia, lugar onde se  deve ser abordado temas plurais e universais.”

COMO PARTICIPAR
As inscrições serão feitas na recepção do evento.

LOCAL: Instituto Federal do Paraná – Câmpus Paranavaí

Rua José Felipe Tequinha, 1400 – Jardim das Nações

DATA: 25 de Julho[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Simpósio Diálogos Sobre a Origem da Vida – 2017

Unicesumar
Unicesumar é uma das instituições que somam mais de 150 mil universitários.

Um dos principais polos acadêmicos do País, a cidade de Maringá, Paraná, sedia, nesta sexta e sábado, 02 e 03 de junho, o Simpósio Diálogos Sobre a Origem da Vida – 2017. O evento apresenta uma oportunidade singular para que estudantes e interessados no tema tenham acesso a informações e olhares mais questionadores, fora do lugar comum. O encontro é voltado para a construção do conhecimento e incentivo do pensamento reflexivo, onde cientistas que questionam a Teoria da Evolução debatem a proposta do Criacionismo.

O evento acontece no Centro Universitário Cesumar – UniCesumar, e conta com a participação de cientistas e especialistas no tema, como o Dr. Ruy Vieira, Cofundador da Academia de Ciências do Estado de São Paulo; Dr. Rodrigo Meneghetti, doutor em química que tem diversos artigos científicos publicados em prestigiadas revistas internacionais; Dr. Marcio Fraiberg, autor de livros de Biologia e Ciências Naturais; Claudio Abeche, Engenheiro Químico e empresário da Eletroflex; Me. Jornalista Michelson Borges, autor do blog Criacionismo e do livro Terra de Gigantes: o que aconteceu com os dinossauros (CPB), e o Biólogo Danilo de Oliveira.

O Simpósio é realizado pelo Núcleo Maringaense da Sociedade Brasileira de Criacionismo – Numar-SCB. Na ocasião, a Sociedade Brasileira de Criacionismo – SCB, fundada pelo Dr. Ruy Vieira há 45 anos, participa também da inauguração da nova sede do Numar-SCB, e ainda lança, em primeira mão, mais um exemplar de suas relevantes publicações sobre o tema, que sempre dialoga entre as diversas propostas de explicação pra a origem da vida, de maneira aberta e em busca de conhecimento.

Criacionismo é alternativa para a questionada teoria da evolução
Criacionismo é debatido por cientistas que questionam a Evolução Química

“As investigações sobre a origem da vida são um tema crescente e atual no meio acadêmico. Teorias têm sido significativamente questionadas, como a teoria da evolução química como proposta para a origem da vida e a possível ancestralidade comum entre o homem e primatas”, explica o Everton Alves, escritor e divulgador de ciências.

O evento, voltado para estudantes, em uma cidade que é um polo educacional com mais de 150 mil universitários de todo o país, “é uma grande oportunidade para que os interessados conheçam cientistas e especialistas no assunto, para um diálogo aberto, um olhar além das sugestões apresentadas pela teoria mais aceita atualmente, que é a teoria da Evolução, em um debate científico aberto ao público”, explica o Dr. Agrinaldo Jacinto, diretor do Numar-SCB.

INSCRIÇÕES: Para participar do Simpósio, basta inscrever-se no site da instituição.

Entre os temas abordados, os convidados falarão sobre O que é Ciência? Astronomia, Paleontologia e a complexidade da vida, Datação Radiométrica e Criacionismo na mídia.

A data é especial para a SCB, pois neste ano, a entidade comemora 45 anos de fundação. No decorrer do evento, os participantes vão ganhar um exemplar de um livro especial que será lançado em primeira mão no Simpósio. E no Encerramento, todos serão convidados para se dirigirem à nova sede do Numar-SCB, para a cerimônia de inauguração do novo espaço, com a presença de autoridades e personalidades locais.

LOCAL: Auditório Dona Etelvina – Bloco 7, Centro Universitário Cesumar – UniCesumar, Av. Guedner, 1610 – Jd. Aclimação, Maringá – PR.
DATA: 02 e 03 de junho
Mais informações e inscrições somente no site: http://numar.scb.org.br/simposio/

Informações à imprensa:
debora@beeview.com.br
(11) 99459-3722

Maringá-PR sediará simpósio criacionista com participação de cientistas

Estão abertas as inscrições para o Simpósio “Diálogos Sobre a Origem da Vida”, que será realizado em Maringá-PR, no Centro Universitário Cesumar – UniCesumar entre os dias 02 e 03 de junho de 2017. O debate científico, que é aberto ao público, é resultado de uma parceria entre a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) e o Núcleo Maringaense da SCB (Numar-SCB).

O evento é uma oportunidade imperdível para a comunidade acadêmica e interessados no tema, de troca de informações e interação com cientistas engajados, em um ambiente voltado para a construção do conhecimento e incentivo do pensamento reflexivo. As inscrições para o Simpósio são feitas apenas pela internet, no site http://numar.scb.org.br/simposio/

SAIBA QUEM SÃO OS PALESTRANTES ABAIXO

As palestras exploram eixos temáticos como:

  • O que é ciência?
  • Astronomia
  • Paleontologia e a complexidade da vida
  • Datação Radiométrica
  • Criacionismo na Mídia

No decorrer do evento será lançada publicação da SCB em parceria com o NUMAR-SCB sobre assuntos afins.

O QUE: Simpósio Criacionista

LOCAL: Auditório Dona Etelvina – Bloco 7, Centro Universitário Cesumar – UniCesumar, Av. Guedner, 1610 – Jd. Aclimação, Maringá – PR.

DATA: 02 e 03 de junho

 

CONHEÇA OS PALESTRANTES:

 

Dr. Ruy Vieira

Ruy Carlos de Camargo Vieira

Engenheiro mecânico-eletricista pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e professor Emérito da Escola de Engenharia de São Carlos, da USP. Ex-professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) (1954-1956). Foi Diretor-Científico da FAPESP (1979-1985), e um dos fundadores da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. Ex-representante do MEC no Conselho da Agência Espacial Brasileira (2003). Cofundador da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. Presidente-fundador da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB).

 

 

Me. Michelson Borges

 Michelson Borges

 

Escritor, jornalista e mestre em Teologia pelo UNASP; editor da Casa Publicadora Brasileira (CPB). Idealizador do site www.criacionismo.com.br, Autor de diversos livros criacionistas pela CPB e editor associado da Origem em Revista.

 

 

Dr. Rodrigo Meneghetti

Rodrigo Meneguetti Pontes

 

Bacharel e doutor em Química pela Universidade Estadual de Maringá (UEM); professor adjunto do Departamento de Química da UEM; membro fundador do Numar-SCB. Editor associado da Origem em Revista. Autor de diversos artigos científicos publicados em prestigiadas revistas internacionais, como Journal of Organic Chemistry, Applied Catalysis A, Journal of Physical Chemistry A, Chemical Physics Letters, entre outras.

 

 

Dr. Marcio Fraiberg

Márcio Fraiberg Machado

 

Biólogo. mestre em Ciências e Matemática e doutor em Educação. Autor de diversos livros didáticos e para-didáticos em Biologia e Ciências naturais pela Casa Publicadora Brasileira (CPB) e editor associado da Origem em Revista. Professor universitário de biologia aplicada à enfermagem na Faculdade Adventista Paranaense (FAP/IAP) e membro do Numar-SCB.

 

Engº Claudio Abeche

Cláudio Luiz Abeche

 

Engenheiro Químico pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e pós-graduado em MBA em Administração pela mesma Universidade. Empresário no ramo da indústria plástica (Eletroflex), área em que atua há 30 anos. Tem pesquisado assuntos sobre Astronomia há cinco anos.

 

 

Bel. Danilo de Oliveira

Danilo Camargo de Oliveira

 

Bacharel em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário Cesumar (UNICESUMAR). Diretor de Assuntos Internacionais do Núcleo Maringaense da SCB (Numar-SCB)

 

 

 

O evento conta com o apoio do Departamento de Educação da União Sul-Brasileira (USB) da IASD, do Instituto Adventista Paranaense (IAP), do UniCesumar, da Eletroflex, da Gráfica Maranata e está sendo patrocinado pela Associação Norte Paranaense (ANP) da IASD.

Teoria do Design Inteligente ganha sede de estudos em São Paulo

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Neste final de semana acontecem dois eventos históricos para a Teoria do Design Inteligente (TDI) no Brasil: Inauguração do Discovery Institute Mackenzie, na sexta à noite, e, no sábado todo, o curso Fundamentos da Teoria do Design Inteligente, em São Paulo.

E a equipe do Numar-SCB está no evento, entrevistando os palestrantes e se conferindo as novidades, para compartilhar com vocês.

Segundo o diretor do Numar-SCB, Agrinaldo Jacinto, o evento é histórico porque mostra o quanto a TDI tem ganhado importância no meio científico e acadêmico, em escala crescente e cada vez mais. Os palestrantes são cientistas cujas pesquisas apontam para a TDI em vez da Teoria da Evolução.

“A TDI é uma teoria aceita por muitos cientistas, e ela admite o argumento teleológico para a origem da vida; abre espaço para a criação”, diz Agrinaldo. “Desde que a TDI surgiu, mais e mais cientistas têm se tornado adeptos dessa teoria que apresenta fortes argumentos que podem ser observados na natureza”, explica ele. “Como a questão da complexidade irredutível, entre outras observações mais recentes, que colocam em dúvida a teoria mais aceita até hoje, que é a da Evolução.”

“Ter um centro de estudos, um curso sobre o Design Inteligente, ministrado por cientistas internacionais, pelos pioneiros da TDI que estarão no Brasil, para a inauguração de uma sede com uma parte significativa de cientistas, é um momento histórico e a equipe do Numar-SCB não poderia perder isso!”

Esses encontros podem ajudar a refletir a respeito do método, modificá-lo, melhorá-lo, responder novas questões que estão sendo estabelecidas no meio da ciência, que talvez sejam melhor explicadas a partir dessa nova abordagem trazida pela TDI.

“A gente não esperava que essa proposta durasse tanto tempo e continuasse crescendo significativamente. E agora, é formal aqui no Brasil”, conclui Agrinaldo.

Aguardem novidades aqui no site, e também em nosso canal do YouTube![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Design Inteligente na morte?

Argumento evolucionista:

O design inteligente é capaz de verificar um projeto intencional nas garras e dentes de um leão que os utiliza para caçar e matar um antílope a fim de saciar sua fome? Em outras palavras: é capaz de identificar um projeto intencional na morte?

Argumento do design:

Alguns adeptos da Teoria do Design Inteligente (TDI) até poderiam levantar objeções de natureza moral a esse respeito, porque muitas vezes a intencionalidade desperta essa questão. Mas devemos nos restringir apenas ao campo científico. Nesse sentido, o design está especificamente comprometido com forma e função (Ex.: como lindas e eficientes facas de cozinha). A propósito, as espadas são projetos formidáveis (design para a morte).

Mas em relação a questionamentos como esse, precisamos separar o que é científico do que não é científico. Esse tipo de argumento é científico, mas a analogia não. Por quê? Porque estão sendo usadas duas coisas ontologicamente diferentes: uma teoria e um leão. Uma teoria científica é uma tentativa LÓGICA de nos levar ao conhecimento. O leão é um ser.

Essa pergunta científica se reduziria a pó numa análise filosófica. Por quê? Porque está atribuindo à TDI o status de TEORIA DO TUDO – capaz de identificar um projeto intencional de morte! Os proponentes do design buscam esclarecer que a TDI é uma teoria científica minimalista que IDENTIFICA sinais de inteligência. Só isso!

Quanto ao leão, se realmente suas garras e dentes foram projetados para matar, por que nem sempre ele mata um antílope? Quanto ao antílope, se suas pernas foram projetadas para correr, por que nem sempre sobrevive? Aqui entramos em outro ponto. É preciso entender que a TDI possui um comprometimento mínimo com o grau de otimização (eficiência) de um projeto. Aliás, esse comprometimento mínimo está relacionado às regras básicas de sistemas. Portanto, uma das predições da TDI é que existem fatores que podem vir a interferir no design de um projeto.

(Texto publicado em 25/02/2017 em coautoria com Junior Eskelsen, responsável pelo Portal tdibrasil.org)

Como os fósseis se formam a partir da madeira

Madeira fossilizada (Imagem por: Darwin Pucha Cofrep)

Como um tronco de árvore se transforma em madeira petrificada? Isso pode ocorrer por diversas formas e envolver substâncias químicas diferentes. Para que ocorra a petrificação, é necessário que a madeira seja capaz de interagir com a substância petrificante, fazendo-a precipitar a partir da solução aquosa. Entre as substâncias que possuem essa característica está a sílica (SiO2). Na verdade, não há uma molécula de SiO2. A sílica forma sólidos covalentes. Trata-se uma cadeia ou rede de átomos de oxigênio e silício, unidos por ligações covalentes, na proporção de 1 átomo de silício para 2 átomos de oxigênio. O SiO2 é um dos principais constituintes da areia e pode formar sólidos como o quartzo, a calcedônia e as opalas [1]. A sílica é um sólido insolúvel em água com pH nas vizinhanças de 7 e em temperaturas brandas. Ao bem da verdade, se pulverizarmos vidro (que é em grande parte SiO2) e aquecermos até a ebulição com água por cerca de uma hora, mais ou menos 1% da sílica do vidro será hidrolisada (reagirá com água) e passará para a solução aquosa. Isso faz parte de um dos experimentos de laboratórios dos cursos de graduação para os quais leciono. Todavia, em soluções básicas (pH elevado) a sílica pode ser hidrolisada com mais facilidade e liberar quantidades razoáveis de íons silicato. De forma similar, em soluções ácidas a hidrólise da sílica libera o ácido silícico, Si(OH)4.

Chamamos de silicificação a penetração e a fixação de sílica no material orgânico que servirá de base para a formação do fóssil. A silicificação é considerada por alguns autores como o processo individual mais importante na preservação de plantas no registro fóssil [3]. Embora alguns autores prefiram manter uma distinção entre silicificação e petrificação, neste artigo vamos usar os dois termos como sinônimos, como tem sido prática comum na literatura da área. Acredita-se que o ácido silícico seja o principal responsável pela silicificação [2]. Os tecidos vasculares das plantas são compostos principalmente por holoceluloses (um grupo de sacarídeos que inclui a celulose) e por ligninas (polímeros complexos compostos de unidades de fenilpropano) [2]. Tanto as holoceluloses quanto as ligninas possuem grupos hidroxila que podem formar ligações de hidrogênio com o ácido silícico.
No processo de petrificação, as moléculas de ácido silícico passam da solução aquosa para a superfície dos constituintes moleculares do tecido vascular da madeira (holoceluloses e ligninas). Na medida em que o ácido silícico vai se acumulando dentro da madeira, suas moléculas começam a se fundir. A continuação desse processo leva à formação de um filme de sílica ao redor das superfícies celulares, reproduzindo as características histológicas da madeira. Por causa disso, a petrificação por meio de sílica é capaz de preservar uma riqueza impressionante de detalhes não observáveis em outros tipos de fossilização.
Por que um pedaço de madeira não se fossiliza se for simplesmente enterrado no solo, pois a areia é formada principalmente por SiO2? A petrificação da madeira depende da existência de uma quantidade razoável de ácido silícico em solução. O ácido silícico, como vimos, é gerado a partir da sílica em meio ácido, e a maioria dos reservatórios naturais de água não é suficientemente ácida para hidrolisar uma quantidade apreciável de sílica.
É muito comum que madeira petrificada seja encontrada em regiões vulcânicas [4], particularmente se uma erupção ocorreu na época em que a madeira foi soterrada [5]. Os vulcões fornecem três elementos fundamentais para o processo de petrificação. Primeiramente, em um ambiente catastrófico as chances de que a madeira seja soterrada rapidamente antes de se decompor são muito elevadas. A madeira precisa ser protegida contra a degradação para que as moléculas de ácido silícico tenham tempo o bastante para se infiltrar e se depositar em seu interior. Em segundo lugar, as cinzas vulcânicas são constituídas em sua maioria por SiO2 [6]. Por fim, os vulcões são responsáveis pela produção de gases como o SO2 que, quando dissolvido em água, deixa o meio ácido gerando ácido sulfuroso (H2SO3) ou mesmo ácido sulfúrico (H2SO4).
Então os eventos são os seguintes. Durante a erupção de um vulcão nas proximidades de fontes de água, plantas podem ser soterradas catastroficamente, sendo encobertas por sedimentos com grande quantidade de cinzas vulcânicas (fonte rica em SiO2). A água misturada aos sedimentos é ácida, sendo capaz de promover a liberação de ácido silícico para a solução. O ácido silícico, por sua vez, se fixa às holoceluloses e às ligninas da madeira por meio de ligações de hidrogênio. O acúmulo de ácido silício leva então à formação de um filme de sílica, como dissemos acima.
Mas o quão rápido é esse processo? Fragmentos de madeira recuperados de cinzas vulcânicas de uma erupção em 1886 na Nova Zelândia estavam parcialmente petrificados apenas 90 anos após o soterramento [2]. Madeira de coníferas soterradas por cinzas vulcânicas na erupção histórica de 1885 do Monte Santa Helena apresentava petrificação incipiente após 102 do soterramento [5]. Mas o resultado mais impressionante vem de um grupo de pesquisadores do Japão [4]. Esses pesquisadores observaram que em um certo lago de águas quentes, nas vizinhanças de um vulcão, eram frequentemente encontrados pedaços de madeira impregnadas com sílica. Esses pedaços de madeira caiam naturalmente das plantas nas vizinhanças do lago. Os pesquisadores notaram que a textura desse material era a mesma de madeira silicificada encontrada em regiões vulcânicas no registro geológico. Eles decidiram, então, conduzir um experimento muito interessante. Pedaços de madeira foram colocados no lago e monitorados ao longo de sete anos. O resultado foi surpreendente. Os pedaços que permaneceram por mais tempo imersos no lago tiveram próximo de 40% de sua massa silicificada. A conclusão dos autores é bastante significativa para a compreensão de como os fósseis se formam. Segundo eles, “madeira silicificada pode se formar, sob condições apropriadas, em períodos de tempo tão curtos quanto dezenas a centenas de anos” [4]. Um detalhe muito interessante desse trabalho é o fato dos autores citarem um artigo do Geólogo australiano Andrew Snelling publicado na revista criacionista Creation [7].
Vamos agora relacionar essas descobertas com a proposta criacionista do Dilúvio bíblico. Citando John D. Morris,
“O período imediatamente anterior e pouco depois do Dilúvio foi um tempo de imenso vulcanismo, marcado por extensivas erupções na medida em que os continentes se afastavam, as cadeias de montanha eram elevadas, e o fundo do oceano era rebaixado”.
“Considere os Basaltos do Rio Colúmbia, onde os depósitos vulcânicos cobrem mais de 100.000 milhas quadradas no estado de Washington e Oregon, com o basalto tendo até uma milha de espessura!” [8].
Vulcanismo intenso provê as condições perfeitas para a fossilização de plantas. É notável o fato de que encontramos florestas inteiras preservadas desta maneira ao longo do registro fóssil [3]. Em outras palavras, a proposta catastrofista criacionista encontra-se completamente em acordo com o melhor conhecimento experimental de que dispomos. Além disso, a questão do tempo de fossilização também apoia a proposta criacionista. Nas palavras de Alkahane et al. [4], madeira silicificada pode se formar em “períodos de tempo tão curtos quanto dezenas a centenas de anos”. Portanto, quando falamos de madeira petrificada, um modelo que apela para uma grande catástrofe ocorrida há poucos milhares de anos está em pleno acordo com os dados de que dispomos. Mais do que isso, a proposta catastrofista criacionista tem se mostrado capaz de explicar aspectos de diversas áreas do conhecimento que são passados por alto ou atribuídos a causas improváveis na visão evolucionista.
Se o processo de fossilização da madeira ocorreu há poucos milhares de anos, poderia ter restado alguma matéria orgânica residual? Essa matéria orgânica poderia ser datada por carbono-14? Esse será o assunto de um outro artigo.
Referências:
[1] G. Scurfield, E.R. Segnit, Petrifaction of wood by silica minerals, Sediment. Geol. 39 (1984) 149–167. doi:10.1016/0037-0738(84)90048-4.
[2] R.F. Leo, E.S. Barghoorn, Silicification of wood, Harvard Univ. Bot. Mus. Leafl. 25 (1976) 1–47. http://www.biodiversitylibrary.org/item/31874 (accessed February 12, 2016).
[3] C. Ballhaus, C.T. Gee, C. Bockrath, K. Greef, T. Mansfeldt, D. Rhede, The silicification of trees in volcanic ash – An experimental study, Geochim. Cosmochim. Acta. 84 (2012) 62–74. doi:10.1016/j.gca.2012.01.018.
[4] H. Akahane, T. Furuno, H. Miyajima, T. Yoshikawa, S. Yamamoto, Rapid wood silicification in hot spring water: an explanation of silicification of wood during the Earth’s history, Sediment. Geol. 169 (2004) 219–228. doi:10.1016/j.sedgeo.2004.06.003.
[5] A.L. Karowe, T.H. Jefferson, Burial of trees by eruptions of Mount St Helens, Washington:implications for the interpretation of fossil forests, Geol. Mag. 124 (2009) 191. doi:10.1017/S001675680001623X.
[6] A.C. Sigleo, Geochemistry of silicified wood and associated sediments, Petrified Forest National Park, Arizona, Chem. Geol. 26 (1979) 151–163. doi:10.1016/0009-2541(79)90036-6.
[7] A. Snelling, “Instant” petrified wood, Creation. 17 (1995) 38–40.
[8] J.D. Morris, The Global Flood: Unlocking Earth’s Geology Hystory (Edição para Kindle), Institute for Creation Research, Dallas, 2012.

Cangurus vivem somente na Austrália?

O que as pessoas não sabem é que cerca de uma dúzia de diferentes tipos de marsupiais básicos vivem, além da Austrália, na Papua-Nova Guiné e na Indonésia. Além dos cangurus australianos, existem os cangurus arborícolas presentes na Nova Guiné. Como eles ficaram isolados nesses locais? Os evolucionistas insistem que eles evoluíram lá, há milhões de anos,[1, 2] mas certos fósseis sugerem uma resposta diferente. Marsupiais incluem grupos de cangurus e coalas, além dos menos conhecidos como os bettongs e toupeiras marsupiais. Em vez de se desenvolverem em úteros, seus filhotes crescem dentro de uma bolsa de pele da mãe chamada marsúpio. Que evidência convenceu os pesquisadores de que os marsupiais evoluíram de um único antepassado marsupial na Austrália ou Nova Guiné ao longo de milhões de anos?

Seja qual for a resposta, não são fósseis, que mostram exatamente o oposto dessa história evolutiva. Os menores e os mais antigos fósseis marsupiais encontrados no sistema de rochas do período Cretáceo “são exclusivamente da Eurásia e da América do Norte”.[3] Se os marsupiais australianos evoluíram na Austrália, então por que seus supostos ancestrais foram enterrados no hemisfério oposto (hemisfério norte)? E por que o “mais antigo” fóssil marsupial, que parece notavelmente com um gambá, vem da China?[4] Uma revisão de 2003 admitiu que “esse interruptor geográfico permanece inexplicado”.[3]

A fim de contornar esse problema, um estudo afirmou que os cangurus evoluíram na China e migraram por meio da América para Austrália e a Antártida;[5] além disso, a mesma pesquisa sugeriu que os cangurus são geneticamente semelhantes aos humanos. Outro estudo sugeriu que os característicos coalas, cangurus e gambás da Austrália teriam dividido um [suposto] ancestral comum americano. Os cientistas elaboraram uma árvore genealógica baseada no DNA e sugeriram que uma única espécie de marsupial ancestral se originou na América do Sul (quanto fazia parte do supercontinente de Gondwana) e se dirigiu rumo à Austrália.[6]

Mas o que é pior para este conto é que os fósseis de mamíferos placentários aparecem nos depósitos australianos do Cretáceo. A Austrália tem mantido há muito tempo suas populações marsupiais, e com pouquíssimos placentários. No entanto, a partir da observação da localização dos fósseis, os marsupiais deveriam ter evoluído fora da Austrália e os placentários é que deveriam ter evoluído na Austrália – o oposto da história evolutiva.

Em geral, os fósseis não mostram nenhuma evidência para a evolução marsupial. Observamos tanto marsupiais quanto placentários completamente formados. Uma vez que os fósseis marsupiais aparecem apenas onde os marsupiais não vivem hoje, eles devem ter se mudado (migrado). Mas onde e quando isso teria ocorrido?

Nenhum cientista criacionista ou evolucionista estava lá para observar e gravar quando os marsupiais realmente chegaram à Austrália, então ambos devem apenas sugerir e testar hipóteses. Evolucionistas sugerem que marsupiais do Cretáceo foram extintos com os dinossauros, apenas para a evolução substituí-los com duplicatas exatas milhões de anos depois na Austrália! É como se um gambá evoluísse, fosse extinto, então forças naturais fossem criando virtualmente a mesma criatura uma segunda vez. Muito imaginativo, mas não muito científico.

Felizmente, um cenário favorável à Bíblia explora os fósseis sem recorrer a histórias de evolução. O modelo criacionista diz que os marsupiais do “cretáceo” morreram no dilúvio de Noé. Eles devem ter vivido em regiões pré-diluvianas que, devido a eventos relacionados ao dilúvio, se separaram em áreas menores conhecidas hoje como América do Norte, Europa e Ásia.[7] O relato da testemunha bíblica ocular do dilúvio garante aos leitores que dois de cada animal que habitava na terra e que respirava ar entraram na Arca de Noé.[8] Isso inclui cangurus, coalas, tilacinas e therizinossauros.

Os eventos associados ao dilúvio teriam dado origem à época do gelo (clique aqui e saiba mais), que teria durado vários séculos.[9] Naquela época, o nível do mar era cerca de 100 metros mais baixo do que é hoje.[10] Os mares mais baixos proporcionavam pontes terrestres entre muitas das ilhas modernas.[11] Animais e homens podiam literalmente caminhar desde as montanhas do Ararat (local onde a Arca de Noé pousou) até a Nova Guiné. Alguns poderiam ter sido transportados em detritos da tempestade ou nadado de ilhas como Nova Guiné para a Austrália.[12] Mas a hipótese mais razoável é que os marsupiais conseguiram realmente migrar enquanto o gelo do mundo estava solidificado e o nível do mar ainda estava mais baixo; o derretimento do gelo no final da época do gelo aumentou o nível do mar o suficiente para isolá-los em terras antigas de ponte terrestre que se tornaram ilhas.[13]

Conforme explica o naturalista Harry Baerg, “a água resultante do degelo fez com que o nível do mar subisse e algumas pontes de terra (estreito de Beringher e Australásia) que existiam durante o período glacial, submergiram” [14: p. 70]. Isso explicaria o fato de alguns grupos de animais como, por exemplo, os cangurus terem ficado ilhados na ilha continental australiana.

Mas quais seriam as evidências de que os cangurus migraram desde o local onde a Arca de Noé parou (conhecido atualmente como Turquia) até a Austrália, região onde teriam ficado isolados tempos depois? As evidências se encontram no fato de que alguns cangurus ficaram no meio do caminho e não conseguiram chegar até a região da Austrália. Os fósseis de cangurus encontrados em distintas regiões do planeta nos dão indícios de que eles ficaram no “meio” desse caminho. Além disso, como falamos no início deste texto, alguns cangurus arborícolas, tais como os cangurus-arborícolas-de-goodfellow, os wallabies e os pademelon, que vivem na Nova Guiné, e os tenkile e o canguru-de-manta-dourada, da Indonésia, prosperaram, portanto, em outras regiões antes que alguns exemplares chegassem até seu destino final (Austrália).

Ademais, é interessante pensarmos no porquê de os cangurus terem se dirigido rumo à Austrália. Alguns criacionistas desenvolveram a hipótese de que talvez eles estivessem apenas retornando ao seu local de origem, uma vez que antes do dilúvio existia apenas um único continente não fragmentado.[15] Mas como eles teriam reconhecido o caminho de volta? A ideia é que eles retornaram ao seu território nativo por meio de uma direção “especial”, ou seja, por meio de instintos de localização (GPS biológico), como os que se observam em pássaros, peixes, insetos e outros animais migratórios.

Mas o que podemos de fato observar é que cangurus e coalas não evoluíram na Austrália. Eles simplesmente não evoluíram. Deus os fez marsupiais desde o início. Muitos deles morreram junto com dinossauros e outras criaturas durante o dilúvio. Aqueles que sobreviveram ao dilúvio na Arca tiveram descendentes que podem ter migrado à frente de muitos mamíferos placentários. Eles provavelmente chegaram à Austrália antes que o aumento dos níveis do mar interrompesse os placentários de continuar a jornada até o fim do caminho. Essa solução se encaixa nas observações fósseis e nas Escrituras.

(Texto adaptado do original Thomas [16], postado originalmente no Brasil em 01/03/2017 no Blog Criacionismo)

Referências e notas:

[1] Janis CM, et al. Locomotion in Extinct Giant Kangaroos: Were Sthenurines Hop-Less Monsters? PLoS One. 2014;9(10):e109888.

[2] Butler K, Travouillon KJ, Price GJ, Archer M, Hand SJ. Cookeroo, a new genus of fossil kangaroo (Marsupialia, Macropodidae) from the Oligo-Miocene of Riversleigh, northwestern Queensland, Australia. Journal of Vertebrate Paleontology. 2016; 36(3):e1083029.

[3] Cifelli RL, Davis BM. Marsupial Origins. Science. 2003;302(5652):1899-1900.

[4] Luo ZX, et al. An Early Cretaceous Tribosphenic Mammal and Metatherian Evolution. Science. 2003;302(5652):1934-1940.

[5] Kangaroos similar to humans, claim Australian researchers. Telegraph (18/11/2008). Disponível em:http://www.telegraph.co.uk/news/science/3477482/Kangaroos-similar-to-humans-claim-Australian-researchers.html

[6] Nilsson MA, et al. Tracking Marsupial Evolution Using Archaic Genomic Retroposon Insertions. PLoS Biol. 2010 Jul 27;8(7):e1000436.

[7] Clarey T. Hot Mantle Initiated Ocean and Flood Beginnings. Acts & Facts. 2013;42(8):15.

[8] “[Gênesis 10: 1] diz respeito à quarta geração do livro de Gênesis (anteriormente observado em Gênesis 2: 4; 5: 1 e 6: 9), presumivelmente marcando as assinaturas de Sem, Cam e Jafé após completar sua narrativa do Dilúvio e os anos pós-dilúvio imediatos. Ver: Morris H. The Henry Morris Study Bible. Green Forest, AR: Master Books, 2012, p.45.

[9] Hebert J. Was There an Ice Age? Acts & Facts. 2013;42(12):20; ver também: “Alves EF. A era do gelo: uma perspectiva bíblico-científica. NUMAR-SCB (31/10/2016). Disponível em: http://numar.scb.org.br/artigos/era-do-gelo-uma-perspectiva-biblico-cientifica/

[10] Gomitz V. Sea level rise, after the Ice Melted and Today. Science Briefs. Goddard Institute for Space Studies da NASA (10/01/2007). Disponível em: https://www.giss.nasa.gov/research/briefs/gornitz_09/

[11] Clarey T. The Ice Age and the Scattering of Nations. Acts & Facts. 2016;45(8): 9.

[12] Mesmo os evolucionistas há muito invocaram a migração em esteiras de detritos flutuantes para explicar o transporte de animais para as ilhas. Tipos de plantas similares em diferentes continentes, florescendo bem onde as correntes oceânicas os levariam, apoiam o transporte

[13] Possivelmente, marsupiais e placentários competiram fora por recursos, assim os marsupiais continuaram a migrar para os habitats com menos competição.

[14] Baerg HJ. O mundo já foi melhor. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1992.

[15] Gibson LJ. Patterns of mammal distribution. Manuscrito não publicado, distribuído pelo Geoscience Research Institute, Loma Linda University, Loma Linda, CA.

[16] Thomas B. Why Do Kangaroos Live Only in Australia? Acts & Facts. 2017; 46(2):20.

Bactérias consideradas as formas de vida mais antigas na Terra eram apenas rachaduras em cristais

Microcristais que foram confundidos com bactérias

A explosão do Cambriano é uma das muitas pedras nos sapatos dos defensores da Teoria da Evolução. Isso os tem levado a um busca desesperada por formas de vida simples nas camadas pré-cambrianas que apresentem qualquer conexão com aquelas encontradas nas camadas superiores. Algumas algas e supostas bactérias são relatadas nessas camadas pré-cambrianas, mas não se veem ali formas intermediárias claramente identificáveis como ancestrais de trilobitas ou de braquiópodes, por exemplo. Uma explicação simples para a presença de algas e bactérias nessas regiões é a observação de que nos dias atuais algas e bactérias também habitam rochas profundas. Na época do dilúvio, essas criaturas poderiam ter sido fossilizadas ali.

Estruturas microscópicas filamentosas, encontradas na Austrália ocidental, são consideradas por evolucionistas as formas de vida mais antigas de que se tem relato. As rochas nas quais essas estruturas se localizam têm idades estimadas em 3,5 bilhões de anos, na cronologia evolucionista. Essas estruturas foram encontradas há mais de duas décadas e foram identificadas como fósseis de bactérias fotossintéticas do Archeano.

Pois bem, um grupo de pesquisadores do Instituto Carnegie decidiu fazer aquilo que sempre coloca os evolucionistas em maus lençóis, ou seja, analisar as alegações de forma detalhada. Os pesquisadores, usando técnicas de construção de imagens sofisticas, observaram os interstícios entre os grãos microscópicos de cristais de quartzo nas vizinhanças de um dos supostos microfósseis e descobriram que esses interstícios estavam preenchidos por carbono.

Quando os pesquisadores olharam para o suposto microfóssil usando essa mesma técnica, perceberam que o filamento dividia vários pequenos microcristais, de forma que partes correspondentes desses microcristais eram encontradas nos dois lados dos filamentos. Isso é como cortar uma laranja ao meio e colocar um objeto entre as duas metades. Não é o que se espera de um processo de fossilização. Além disso, o carbono encontrado ao longo do filamento liga-se a outros veios que parecem estar preenchendo fissuras e o filamento parece também estar conectado a uma espécie de cratera local que não faz o menor sentido do ponto de vista biológico. Tudo isso indica que a rocha hospedeira e a estrutura filamentosa não se formaram juntamente. Ao invés disso, o cristal maior no qual a estrutura filamentosa é encontrada se partiu (dividindo também os grãos de tamanho menor) e as fissuras formadas foram posteriormente preenchidas por material rico em carbono. Em outras palavras, olhar para essa estrutura e ver ali uma bactéria é como olhar para as nuvens e tentar identificar figuras familiares.

O estudo não afirma que todas as estruturas microscópicas desse tipo são pseudofósseis, mesmo porque nem todas foram estudadas com o mesmo rigor, mas nos mostra que deve-se exercitar muita cautela para não tirar conclusões precipitadas baseadas em uma visão de mundo equivocada e sem o suporte experimental necessário.

Referências:

[1] D.M. Bower, A. Steele, M.D. Fries, O.R. Green, J.F. Lindsay, Raman Imaging Spectroscopy of a Putative Microfossil from the 3.46 Ga Apex Chert: Insights from Quartz Grain Orientation, Astrobiology. 16 (2016) 169.

(Origem e Vida)